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Ontem a noite meu assassino particular esteve na Abadia. Sua aparição sinistra desfiando sua silhueta por detras das pessoas foi de congelar os ossos, mas eu sou frio e o conhaque desceu na mesma velocidade de sempre. Atras de mim o quadro, a dor como chamamos eu e o poeta, vai mudando sempre sua expressão e significado, acho que isso é natural das imagens que é o contrário dos assassinos, que predestinados, não mudam sua intenção. A serpente sempre usando bom latim sopra no meu ouvido :- tens medo? - impassivo respondo que não. - Até Ele temeu no jardim nas oliveiras, suou sua morte ali - A serpente conhece meus pensamentos e é muito ardilosa. - Antes que use meu medo para me tentar cala-te serpente infame- Afastada ela passou a me olhar do jardim, ao lado do meu assassino e por detras das pessoas.
* antes que surja a pergunta, sim esse meu assassino é real , ele existe.
Câmera lenta,
Leitura labial de um sorriso, essa noite doce véu sobre a cidade, estrelas e caos, inspiração ...saudade!